Meia noite de um três de maio
Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Caro Daniel, um esclarecimento para que a notícia não fique pela metade, como está.
ResponderExcluirNesta licitação que ganhou a divulgação exigida em lei - Diário de Natal, site do TJ, internet - só participaram 2 licitantes.
Na etapa de habilitação somente a Construtora Diógenes foi habilitada. Ou seja, somente ela está na fase de abertura de propostas.
Desse modo é errado afirmar que esta licitação é jogo de cartas marcadas. Se a licitação recebeu a publicidade devida e só vieram duas concorrentes não há como evitar.
Publique este esclarecimento, por favor.
Evandro.
Prezado Daniel, primeiramente parabéns pelo blog.
ResponderExcluirSolicito que publique a VERDADE sobre a notícia de autoria do advogado.
1. Esta, como as demais licitações do TJRN, ganham a publicidade prevista em lei: o aviso de licitação é publicado no DIÁRIO DE NATAL, NO SITE DO TJRN, NO DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRÔNICO. Todas as licitações e atas do TJRN são publicadas no site. Todos os processos são públicos. Todos os certames ocorrem a portas abertas. Qualquer pessoa pode comparecer. Há licitações que participam 10, 20 licitantes. Há outras que participam poucas. Não há obrigar ninguém a participar.
2. Este certame, MESMO COM A PUBLICIDADE EXIGIDA NA LEI, só participaram 2 licitantes. Uma delas, já na fase de habilitação foi eliminada. Restou apenas a Construtora Diógenes. Então, o que o ilustre advogado anuncia como “cartas marcadas”, não é nada disso. Ora, se eram 2 licitantes e 1 delas foi eliminada, obviamente, muito provavelmente a outra será vencedora, a menos que seja eliminada na fase de abertura de propostas, o que pode ocorrer. Então anuncia-se a notícia sem mencionar quantos participantes foram; como ocorreu a publicidade do processo. Enfim, a informação fica desencontrada.
3. A informação veiculada não demonstra como ocorrem as licitações no órgão e tenta desvirtuar os fatos.
Espero que dê a divulgação devida.
Cordialmente. Parabéns pelo seu trabalho.
Abraço.
Paulo.
Eu só queria saber porque a Construtora Diógenes ganha tantas licitações no TJRN...
ResponderExcluirNum Estado com duas faculdades de engenharia e inúmeras construtoras, será que não deveriam participar mas que duas ou três empresas em um certame? Não seria o caso de modificar os editais a fim de ampliar o leque de candidatos?
Não estou a dizer que há vícios, mas apenas falta de uma visão mais ampla.