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Mostrando postagens com o rótulo Chico Buarque

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Dilma na tevê tem Lula e Chico Buarque

Dilma na tevê tem Lula e Chico Buarque

O dia em que Chico Buarque virou Geni

O dia em que Chico Buarque virou Geni

Chico de Hollanda, nossa Geni?

Chico de Hollanda, nossa Geni?

Porque tem dias que a gente se sente como quem já partiu ou morreu

Porque tem dias que a gente se sente como quem já partiu ou morreu

"Quando eu canto, que se cuide quem não for meu irmão/ O meu canto, punhalada, não conhece o perdão"

"Quando eu canto, que se cuide quem não for meu irmão/ O meu canto, punhalada, não conhece o perdão"

Cálice, Chico e o Criolo

Cálice, Chico e o Criolo

O veto de Chico Buarque

O veto de Chico Buarque

Chico Buarque prefere Cálice ao Grita para não se indispor com Ana de Hollanda

Chico Buarque prefere Cálice ao Grita para não se indispor com Ana de Hollanda

As coisas que aprendi nos discos - Os saltimbancos