Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal
Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Caro Daniel, um esclarecimento para que a notícia não fique pela metade, como está.
ResponderExcluirNesta licitação que ganhou a divulgação exigida em lei - Diário de Natal, site do TJ, internet - só participaram 2 licitantes.
Na etapa de habilitação somente a Construtora Diógenes foi habilitada. Ou seja, somente ela está na fase de abertura de propostas.
Desse modo é errado afirmar que esta licitação é jogo de cartas marcadas. Se a licitação recebeu a publicidade devida e só vieram duas concorrentes não há como evitar.
Publique este esclarecimento, por favor.
Evandro.
Prezado Daniel, primeiramente parabéns pelo blog.
ResponderExcluirSolicito que publique a VERDADE sobre a notícia de autoria do advogado.
1. Esta, como as demais licitações do TJRN, ganham a publicidade prevista em lei: o aviso de licitação é publicado no DIÁRIO DE NATAL, NO SITE DO TJRN, NO DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRÔNICO. Todas as licitações e atas do TJRN são publicadas no site. Todos os processos são públicos. Todos os certames ocorrem a portas abertas. Qualquer pessoa pode comparecer. Há licitações que participam 10, 20 licitantes. Há outras que participam poucas. Não há obrigar ninguém a participar.
2. Este certame, MESMO COM A PUBLICIDADE EXIGIDA NA LEI, só participaram 2 licitantes. Uma delas, já na fase de habilitação foi eliminada. Restou apenas a Construtora Diógenes. Então, o que o ilustre advogado anuncia como “cartas marcadas”, não é nada disso. Ora, se eram 2 licitantes e 1 delas foi eliminada, obviamente, muito provavelmente a outra será vencedora, a menos que seja eliminada na fase de abertura de propostas, o que pode ocorrer. Então anuncia-se a notícia sem mencionar quantos participantes foram; como ocorreu a publicidade do processo. Enfim, a informação fica desencontrada.
3. A informação veiculada não demonstra como ocorrem as licitações no órgão e tenta desvirtuar os fatos.
Espero que dê a divulgação devida.
Cordialmente. Parabéns pelo seu trabalho.
Abraço.
Paulo.
Eu só queria saber porque a Construtora Diógenes ganha tantas licitações no TJRN...
ResponderExcluirNum Estado com duas faculdades de engenharia e inúmeras construtoras, será que não deveriam participar mas que duas ou três empresas em um certame? Não seria o caso de modificar os editais a fim de ampliar o leque de candidatos?
Não estou a dizer que há vícios, mas apenas falta de uma visão mais ampla.