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Mostrando postagens de março, 2013

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Jornalista lança livro que analisa o discurso do Blog da Petrobras

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“Fatos e Dados” e a força dos blogs

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Pior que o caso do pastor

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Em entrevista ao Estadão, Ricardo Gondim afirma que pregação de Feliciano é racista

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O império contra-ataca

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Somos todos Azenha

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#ForaFeliciano: Para provocar, pastor entrega relatoria de projeto que regulamenta profissão de prostituta a aliado

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Azenha: Globo e governo Dilma parecem estar perto da vitória

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Quando o VioMundo me apresentou o Azenha

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O fim do VioMundo: Globo consegue o que a ditadura não conseguiu: calar imprensa alternativa

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