Meia noite de um três de maio
Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Daniel?
ResponderExcluirConfesso que achei estranhas algumas coisas nesse post-desabafo...
abraço fraterno,
vando
Vando, eu tb estranho algumas coisas q disse. às vezes a gente nem se toca do q está dizendo, de como é profundo.
ResponderExcluirsabe daniel,
ResponderExcluirde verdade?
prefiro assim: "nada do que é humano me é estranho". Por que? porque humano sou.
como diria pastinha: grande é Deus, pequeno eu sou.
ainda q doutrina me seja - aí sim - estranha. e muitas das doutrinas é q nos fazem mal.
vando
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