Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal
Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Daniel?
ResponderExcluirConfesso que achei estranhas algumas coisas nesse post-desabafo...
abraço fraterno,
vando
Vando, eu tb estranho algumas coisas q disse. às vezes a gente nem se toca do q está dizendo, de como é profundo.
ResponderExcluirsabe daniel,
ResponderExcluirde verdade?
prefiro assim: "nada do que é humano me é estranho". Por que? porque humano sou.
como diria pastinha: grande é Deus, pequeno eu sou.
ainda q doutrina me seja - aí sim - estranha. e muitas das doutrinas é q nos fazem mal.
vando
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