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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

O racismo de Paula emerge novamente: "Eu sou negra!"


Paula Sperling, participante do BBB 19, tem exposto seu racismo em rede nacional. Ela não é somente uma menina de vozinha engraçada que cria uma porca. Ela é uma advogada que expressa sem medo seu próprio racismo.

Segundo texto do UOL, Paula em discussão disparou: "Eu sou negra, gente".

Em conversa com Gabriela e Elana na tarde deste sábado (9), Paula não aceitou quando a piauiense se definiu como uma mulher negra. "Hã, você é negra? Não, você é branca. Eu sou negra então, porque a minha avó é negra", disparou Paula. 
Gabriela então explicou para Paula que a afirmação não fazia sentido, e que ter uma avó negra não apagava seu privilégio de mulher branca. "Olha, é como quando alguém tenta me chamar de morena, tira totalmente a minha história. Moreno é o Maycon, entende, que é um branco de cabelo escuro. A Elana tem sim traços negróides, e ela se define e se identifique como negra. Já você não é negra, Paula". 
Elana então falou sobre sua família e sua identificação como mulher negra, enquanto Paula, Hariany e Diego ouviam atentamente no quarto Diamante.

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