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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

"Pode até ser um balão junino", diz militar sobre OVNI filmado por piloto comercial

Conversei com um aviador militar sobre o vídeo publicado aqui.  É o registro feito, por um piloto comercial, a 36 mil pés, desde a cabine de um A 318 que fazia o vôo entre Brasília e Campo Grande.
O militar me explicou que é muito difícil determinar exatamente do que se trata a imagem. Segundo ele, a 36 mil pés (ou 11 mil metros) somente drones militares poderiam chegar.  Também helicópteros não alcançam tal altitude.
"Pode até ser um balão junino", comentou.  Questionei, com base na minha ignorância em questões de aviação, se um balão poderia alcançar tal altitude e como se explicaria o fato de que a distância relativa entre objeto e aeronave não se altera - como se o objeto voasse à mesma velocidade do A 318.
"À noite, como perdemos a noção de profundidade, é impossível ter uma noção de distância", respondeu.  "Uma luz fraca pode estar perto e uma luz forte pode estar longe e a sensação ser de que estão à mesma distância do observador", concluiu.
Reveja o vídeo, compartilhado pelo jornalista Ailton Medeiros, abaixo.

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