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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Conheço o meu lugar: Veja o TCC sobre Beto Franzisko feito por Rosana Reis na UFC

Tive a honra de emprestar meu nome, como orientador, neste belo documentário, realizado por Rosana Reis, aluna do curso de jornalismo da UFC. Foi seu trabalho de conclusão de curso.
Na pessoa do Beto Franzisko, coordenador local do Movimento Nacional de População de Rua, Rosana falou sobre a população em situação de rua na cidade de Fortaleza.
Foi aprovada com 10,0.


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