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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Relator admite que atualmente não há maioria para aprovar nenhum item da Reforma Política no Congresso Nacional

Em evento realizado na Câmara Municipal de Teresina, o relator da comissão especial da Reforma Política, deputado Marcelo Castro (PMDB/PI), foi questionado por representantes da Coalizão Democrática sobre itens previstos para reforma do sistema eleitoral.
A Coalizão Democrática Pela Reforma Política e Eleições Limpas é formada pela CNBB, OAB, MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral), CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs), centrais sindicais, movimentos sociais - enfim, mais de cem entidades representativas da sociedade civil organizada.
No diálogo, Castro diz algo preocupante: "Não irá passar no Congresso Nacional nem a minha reforma, nem a reforma da OAB, nem da CNBB, nem do PT, nem a do PSDB, nem a do PMDB: não tem maioria".
Castro diz que fez uma pesquisa no Congresso que demonstrou que não há maioria em nenhum dos itens para a reforma do sistema eleitoral entre os parlamentares.  "Até para maioria simples nós não teríamos para aprovar nenhum item. Ainda mais para uma PEC que é maioria qualificada de três quintos", explicou.
Em outras palavras, Castro deixa claro que, no estágio atual, os esforços por uma Reforma Política, democrática ou não, estão fadados ao fracasso.
Veja o vídeo abaixo:

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