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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

"Caminhos do Elefante" começa com show do Quarteto Linha



Começa nesta quinta-feira (5) o projeto "Os Caminhos do Elefante na Música Popular Brasileira" comandado por José Dias no Teatro de Cultura Popular.

O projeto reúne os mais recentes representantes da música potiguar que fizeram sucesso fora do estado. Suas edições de darão sempre na primeira quinta-feira do mês.

O primeiro show fica a cargo do Quarteto Linha, lembrando sua participação no Programa Som Brasil em Homenagem ao Samba. Começa às 20h30, no Teatro de Cultura Popular na Fundação José Augusto, com ingressos a R$ 40 (e R$ 20 a meia).

Em abril, será a vez de Khrystal.

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