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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Vilma e Agripino lado a lado em marcha dos médicos: será que essa imagem vai se repetir?

No dia 19 de outubro de 2014, durante a campanha do segundo turno nas eleições, houve uma caminhada Pró-Aécio Neves em Natal.
Capitaneada pela classe médica, a marcha se concentrou ao lado da Associação Médica e seguiu no rumo do Midway Mall.
O evento do dia 15 de março marcado para Natal obedece exatamente o mesmo trajeto, segundo a convocação que circula assinada pelo presidente da Associação Médica: concentração na Associação e Aeroclube, caminhada até o Midway Mall.
A foto abaixo foi tirada no dia 19 de outubro: lado a lado com o deputado tucano Rogério Marinho, presidente do PSDB no estado, a vice-prefeita Vilma de Faria (PSB) e o senador José Agripino Maia (DEM).  Vilma é ré na Operação Sinal Fechado e Agripino é acusado de receber propina de R$ 1 milhão do esquema.
Será que a foto vai se repetir no dia 15?

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