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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Sinal Fechado: Janot desarquivou investigação contra Agripino

Ximbica teria emprestado cheques a George Olímpio
A jornalista Thaísa Galvão, em seu blog, publica decisão em que o antigo Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, arquivava uma investigação contra o senador José Agripino Maia (DEM) relacionada à Operação Sinal Fechado.
Diante dos depoimentos prestados por Gilmar da Montana e Alcides Barbosa, Agripino respondeu com declarações tomadas em cartório por Gilmar e George Olímpio em que se negava que o último houvera lhe repassado R$ 1 milhão de propina em 2010.
Na verdade, em cartório, George disse que jamais passou cheques, quatro, para José Agripino. O documento de Gurgel é de 2012. Ali se sabia da delação de Alcides Barbosa, que nunca disse que George tinha passado quatro cheques para José Agripino: os cheques, segundo aquela delação, haviam sido emprestados por José Bezerra Júnior, o Ximbica.
Tudo isso, no entanto, mudou de figura quando outros dois personagens decidiram fazer acordos de delação com o MP. O primeiro, o próprio George Olímpio. O outro foi Marcus Vinicius Furtado.
É o depoimento de George, em que afirma o pagamento de R$ 1 milhão e 150 mil a Agripino, que vai ao ar esta noite no Fantástico.
Além do depoimento, George, acusado de liderar o esquema no DETRAN,entregou gravações e outras provas ao Ministério Público. Alcides Barbosa, o primeiro delator do esquema, já dissera que George costumava gravar conversas e reuniões para se proteger futuramente.
Depois do depoimento de George, o atual Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, desarquivou, há cerca de cinco meses, a investigação contra o senador.
A decisão de Gurgel está abaixo:


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