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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Vantagem de Aécio Neves é cada vez menor no Índice "De Olho no Discurso"

Ontem, provavelmente devido ao sono, cometi um erro na hora de calcular o Índice "De Olho no Discurso" que publiquei neste post.  Errei para cima os números de Aécio e para baixo os de Dilma.
No dia de hoje, Dilma Rousseff (PT) avançou ainda mais e Aécio Neves (PSDB) recuou.  A distância nunca foi tão pequena. Aécio tem 51,60% (tinha 51,84% ontem) e Dilma alcançou 48,39% (tinha 48,16%).

Veja a variação dos votos:


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