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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Robinson Faria tem praticamente sete pontos de vantagem no Índice "De Olho no Discurso"

Na primeira rodada do Índice "De Olho no Discurso" no segundo turno da disputa do governo do RN uma virada surpreendente.  Robinson Faria (PSD) passou de 49,31% no dia 3 de outubro para 53,34% hoje. Henrique Alves (PMDB), que terminou o primeiro turno em primeiro lugar, caiu de 50,69% para 46,66%:
A curva da variação é acentuada:







Nos resultados para a disputa presidencial não houve alteração significativa. Com as novas pesquisas Ibope e Datafolha, a presidenta Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB) variaram nos centésimos suas intenções de votos: Dilma passou de 46,72% para 46,71%, Aécio foi de 53,30% a 53,31%:


A linha de variação ficou constante:



Desde a última segunda-feira o blog resolveu calcular o seu índice também desprezando os números das três pesquisas mais divergentes das duas semanas do segundo turno (Véritas, Paraná Pesquisas e Sensus).  Também nesse caso a variação foi mínima: Aécio passou de 50,55% a 50,57% e Dilma foi de 49,45% a 49,43%.



A curva de variação também ficou constante, mas com uma diferença mínima entre Dilma e Aécio:




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