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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Policial civil autor de vídeo que viralizou na rede é intimado e entrega provas à Corregedoria de Minas Gerais

Por Caio Castor
No Vi o Mundo




O vídeo que o policial civil Lucas Gomes Arcanjo postou no Facebook teve mais de um milhão de visualizações, além de 120 mil compartilhamentos.

Viralizou na rede.

Hoje ele foi ouvido na Corregedoria da Polícia Civil, em Belo Horizonte.

Ao repórter Caio Castor, disse que apresentou as provas contra o ex-governador Aécio Neves e aliados, documentos que colocou em sua página no Facebook.

No vídeo acima, ele resume algumas das acusações, dentre as quais o uso do Departamento de Trânsito (Detran) mineiro para lavar dinheiro e fazer caixa dois.

Como o PT assume o governo mineiro a partir de janeiro, espera-se que o governador eleito Fernando Pimentel não fique sentado sobre as provas, se elas de fato forem consistentes.

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