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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Ódio, cegueira ou indigência intelectual: a incrível diferença entre militantes petistas e tucanos de São Paulo

A grande imprensa também sabe fazer bom jornalismo, quando quer. Eis um exemplo.
A matéria da TV Folha é primorosa. O ódio é perverso e perigoso. Mas a estupidez humana não tem limite. Dois exemplos no vídeo: a dondoca que afirma que o Bolsa Família foi criado no regime militar (?) "pela mulher daquele presidente, como é? Ah, Fernando Henrique Cardoso". A eleitora tucana que defende a intervenção militar acha que FHC, exilado pela Ditadura, foi presidente durante esse período.
O outro exemplo é patético: uma jovem de 18 anos grita, para um repórter de um veículo de imprensa que faz oposição ao governo, que não existe liberdade de expressão no país!
Indigência intelectual

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