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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Ódio, cegueira ou indigência intelectual: a incrível diferença entre militantes petistas e tucanos de São Paulo

A grande imprensa também sabe fazer bom jornalismo, quando quer. Eis um exemplo.
A matéria da TV Folha é primorosa. O ódio é perverso e perigoso. Mas a estupidez humana não tem limite. Dois exemplos no vídeo: a dondoca que afirma que o Bolsa Família foi criado no regime militar (?) "pela mulher daquele presidente, como é? Ah, Fernando Henrique Cardoso". A eleitora tucana que defende a intervenção militar acha que FHC, exilado pela Ditadura, foi presidente durante esse período.
O outro exemplo é patético: uma jovem de 18 anos grita, para um repórter de um veículo de imprensa que faz oposição ao governo, que não existe liberdade de expressão no país!
Indigência intelectual

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