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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Médicos estariam condicionando atendimento obstétrico a voto contra Dilma no domingo

Denúncia séria no Facebook. Se confirmada, é muito grave.
Foi postada na minha linha do tempo do Facebook pela professora Taciana Jales.
Esperemos um posicionamento do Conselho de Medicina a respeito.  Taciana preferiu não identificar o denunciante, mas disse se tratar de alguém que, evangélico, tinha voto definido por Marina Silva (PSB) até semana passada.
Esse é apenas um trecho para que o leitor possa chegar às suas conclusões.

"(....) É uma verdade irrefutável, e isso está revoltando uma grande parte dos que antes se achavam os próprios senhores de engenho, com seus capatazes e capitães-do mato, para manter sob seu jugo os "escravos", no último dia 30/09 em meu último plantão noturno do mês, presenciei uma ação que já haviam me falado que estava sendo comum, mas que ainda não tinha visto, uma obstetra, coagindo uma paciente que se submetia a uma cesária, a prática funciona da seguinte forma a paciente entra para cesária e se pergunta se o(a) obstetra poderia fazer uma laqueadura, (ou algum outro procedimento), ele(ela) pergunta em quem a paciente votará para presidente, se a resposta for qualquer outro candidato(como no caso que presenciei) que não seja Dilma ela faz o procedimento sem questionar e ao final "reforça para a paciente não mudar de ideia", mas se a resposta for Dilma, o(a) obstetra diz "eu faço se a senhora mudar de ideia e não votar em Dilma de jeito nenhum" a paciente naquela situação aceita, e ao final é reforçada a coação "veja bem! fiz sua laqueadura (ou o outro procedimento), agora não vá votar em Dilma viu!" como a grande maioria de pacientes é composta de pessoas humildes, se comprometem por acharem que recebeu um grande favor e que deve retribuir, e a dita médica ainda se sentiu ofendida quando eu questionei sua atitude, me dizendo desaforos e me mandando tomar conta "de minha farmácia" e de minha vida, dizendo que não tem obrigação de fazer laqueadura em ninguém e que pode pedir voto como qualquer pessoa pede, Desse jeito?"

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