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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Dilma volta a crescer no Índice "De Olho no Discurso"

Na nova atualização do Índice "De Olho no Discurso" relativo ao segundo turno, após a divulgação da pesquisa Vox Populi esta noite, a presidenta Dilma Rousseff (PT) voltou a crescer e reduziu sua desvantagem com relação ao tucano Aécio Neves (PSDB). Dilma teve um leve crescimento de 45,95% a 46,72%, enquanto Aécio foi de 54,07% a 53,30%.
A treze dias da eleição, Aécio segue favorito. No entanto, das seis pesquisas já divulgadas no segundo turno, metade aponta uma situação de empate técnico entre os concorrentes, enquanto as demais mostram enorme vantagem do tucano.  A pesquisa Vox Populi divulgada esta noite foi a primeira a trazer a presidenta Dilma Rousseff numericamente à frente (45% a 44%).



Veja os dados do Índice abaixo:

 Curva de variação permanece mais ou menos constante. Menores vantagens nos dias 9 (quando foram divulgadas pesquisas Datafolha e Ibope) e hoje, ao ser divulgada a pesquisa Vox Populi.
Sem essas pesquisas mais díspares, os números seriam mais próximos.  Aécio teria 50,45% (51,11% no dia 9) e Dilma 49,55% (48,89% no dia 9).
Na curva de variação os dados seriam:

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