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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Caio Castor: Jornalistas mineiros denunciam manipulação, censura e R$ 96 mi anuais em publicidade; redação se rebela

No Vi o Mundo



Em evento realizado em Belo Horizonte, jornalistas denunciaram:
– manipulação de informações na cobertura do segundo turno;
– censura prévia;
– gastos anuais de R$ 96 milhões em publicidade desde que Aécio Neves assumiu o governo estadual, há 12 anos;
– clima de rebelião na redação de um jornal mineiro — trata-se do maior deles, O Estado de Minas;
– invisibilidade da maioria dos mineiros, já que as pautas da mídia se concentram na região metropolitana de Belo Horizonte.
Ao evento compareceram representantes dos professores mineiros, que contestaram a versão do candidato Aécio Neves de que a educação no Estado serve de modelo para o resto do Brasil.

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