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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Ao contrário do que disse na tevê, Aécio votou contra a política de salário mínimo do governo Dilma

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No Limpinho e Cheiroso
Via Os amigos do presidente Lula

Na tarde de sábado, dia 11/10, no horário eleitoral na tevê, Aécio Neves (PSDB) contou uma mentira na cara dura. Ele quis dar a entender que apoiou a atual política que garante um aumento real no salário mínimo criada por Lula e Dilma, e mentiu dizendo que tal política seria “do Congresso”.
É uma grande mentira. A regra de aumento real foi criada no governo Lula, em 2006, em um pacto firmado com todas as centrais sindicais.
Em 2011, quando Dilma foi eleita, no primeiro ano ela já enviou ao Congresso proposta para mantê-la até 2014.
Aécio Neves e todo o seu partido, o PSDB, votaram contra. Perderam, mas votaram contra. Ainda entraram no STF alegando a regra era inconstitucional. Perderam também no STF.
A prova da mentira está no site do Senado.
Para comprovar basta clicar aqui. Depois, clicar em “tramitação”. Abra a ata do dia 23/2/2011 (Ata-Plen – Subsecretaria De Ata – Plenário). Procure o texto:
Aprovado o projeto, ressalvadas as emendas e os destaques, com os votos contrários dos senadores Flexa Ribeiro, Paulo Bauer, Mário Couto, Ana Amélia, Marinor Brito, Aécio Neves, Marisa Serrano, Cícero Lucena, da Liderança do PSDB e dos senadores Randolfe Rodrigues, Jarbas Vasconcelos, Demóstenes Torres, e Lúcia Vânia.
Como se vê o projeto foi aprovado pela maioria, mais Aécio Neves e os outros senadores de seu partido votaram contra. Aécio foi carrasco dos trabalhadores também na Constituinte quando era deputado, e quando foi governador de Minas. Confira aqui.
Além disso, Armínio Fraga, ex-czar da economia no governo FHC e anunciado por Aécio com seu ministro da Fazenda, caso for eleito, já disse ser contra a atual regra de aumento real do salário mínimo (confira o vídeo aqui).

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