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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Sionismo: Professor é demitido no Rio de Janeiro por questão sobreapartheid israelense contra palestinos

No Estadão 
http://www.estadao.com.br/noticias/educacao,professor-aplica-prova-que-comparava-judeus-a-nazistas-e-e-demitido,1558739,0.htm
Um professor de geografia foi demitido do Colégio Andrews, no Humaitá, zona sul do Rio, depois de aplicar prova em que comparava judeus a nazistas, em uma das questões. Pais de estudantes se queixaram à Federação Israelita do Rio de Janeiro (Fierj), que cobrou explicações da escola. A direção da instituição informou que "a atitude do professor de forma alguma reflete o posicionamento do colégio" e anunciou a demissão do funcionário. A Fierj vai processar o professor de geografia, que não teve o nome divulgado.

A prova foi aplicada aos alunos do 8º ano. A questão tinha o texto: "Conforme é sabido, os judeus foram perseguidos por Hitler durante o nazismo. Atualmente um determinado povo é tido como vítima dos israelenses, tendo que viver em assentamentos controlados por Israel". Em seguida, havia uma charge em que aparece um soldado nazista ao lado de um menino judeu e outra imagem de um soldado do Exército de Israel com um menino palestino. Sobre o desenho, a inscrição: "Chegaram invadindo, tomando terras, assassinando... Quem será pior? Nazistas ou judeus?".
Em e-mail enviado aos pais dos alunos, a direção da instituição classificou episódio como um caso isolado, pediu desculpas e informou que a questão foi anulada por ser "extremamente inadequada". 

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