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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Agressor de jovem em boate de Natal volta a ser acusado em Pernambuco

Nesta sexta-feira recebi, de uma fonte que não quis se identificar, notícias do estudante Romulo Lemos, acusado por ter quebrado o braço de uma jovem, Hannah Diogenes, em boite na zona sul de Natal.
Romulo teria agredido um funcionário público no interior de Pernambuco por causa de um loteamento que estaria construindo - conforme a imagem que ilustra este post.
Os advogados que atuam no caso de Hannah pretendem estar esta semana no interior de Pernambuco - e caso confirmem a existência do loteamento, pretendem solicitar à Justiça o bloqueio dos bens de Rômulo. 

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