Meia noite de um três de maio
Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Ola,
ResponderExcluirOlha, sinceramente nao achei o comercial machista... Ele nao ofende as mulheres, nem os homossexuais, ele simplesmente exalta os homens e a masculinidade. Sem ofender nem diminuir ningu'em.
Qual o problema disso?
Um comercial onde mulheres tem orgulho de ser mulheres, de sua feminilidade 'e OK. Um comercial exaltando e celebrando relacoes homoafetivas tambem 'e OK, mas um comercial celebrando a masculinidade 'e condenavel?
Acho que vc exagerou, hein?
Reveja seus conceitos....
Daniel dantas o que podemos fazer se nós somos homens e você não?
ResponderExcluirEu li os comentários e concordo com a maioria. E tenho a dizer que o responsável pela morte do pai do Alex, não é o discurso machista. O responsável é a natureza bestial que alguns seres humanos carregam consigo. Essa natureza patológica, ainda associada a uma ausência de princípios morais e éticos, provoca o comportamento violento observado no pai do garoto. A maneira de agir de um pai, dito machista, pode diferir muito de pessoa para pessoa. A violência não é fruto de machismo, mas da natureza ontológica deturpada por condições inerentes à própria personalidade do ser. Se o discurso machista fosse o responsável pela violência do pai contra o filho, atos semelhantes deveriam ser observados na maioria das famílias, porém não é isso que ocorre. Portanto, acho que culpar um ato isolado como justificativa para a associação entre machismo e violência contra os filhos, uma generalização muito desprovida de elementos que a respaldem.
ResponderExcluirNa verdade, o comercial parece um tanto gay. O personagem vai dar um beijo numa mulher linda e desiste em cima da hora para ir a uma reunião com centenas de homens suados e semidespidos, onde se vangloria de usar desodorante com partículas de cabra macho. Wtf? Muito gay. Partículas de cabra macho? Vi a primeira vez e achei o comercial mais gay dos últimos tempos.
ResponderExcluirVai se ferrar seu viado. Da o rabo pode, mas ser homem é crime? Vai tomar no cu!
ResponderExcluirVai se ferrar seu gayzão. Viado se esfregando na tv pode, mas se orgulhar de ser homem é crime? Tomar no cu!
ResponderExcluirRidículo seu argumento, não sei o que é pior, se é você tentando relacionar homicídio com o comercial , ou você falando em atividades acadêmicas, sendo que você nem soube interpretar o comentário completo e esclarecedor da Calu. Acorda aê Daniel Dantas , deixa de ser ALIENADO
ResponderExcluirO único que fala bobagens aqui é você, querendo dar uma de inteligente e não sabe interpretar textos.
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