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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Abuso de autoridade: Policial em carro com placas de Macaé invade ciclovia em Fortaleza e ameaça ciclista

Passavam pouco das 7h da manhã de ontem, 24 de março, quando uma Pajero de placas KYN 3111, de Macaé (RJ) invadiu uma ciclovia de Fortaleza.
O motorista parou o carro, retirou a bicicleta da faixa, pondo-a na calçada:
- Tira isso daí, sai do meu caminho senão eu passo por cima, disse o homem no vídeo, enquanto mostrava sua carteira que o identificava como policial.
Veja abaixo as cenas de um flagrante abuso de autoridade e desrespeito ao cidadão.


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