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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Blog de O Povo destaca revista Reticências


Por Plínio Bortolotti
Em O Povo

Está no ar a revista Reticências, produzida pelos alunos de Jornalismo Impresso I, do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Ceará (UFC). O tema escolhido para a edição de seu número 1 foi “mulheres”, a partir da análise do filme “Histórias cruzadas” (The Help, 2011).

Entrevistas

A revista é feita de entrevistas com mulheres, desde as que ganharam destaque na política, como a ex-prefeita de Fortaleza Maria Luiza Fontenele, até “aquelas vítimas de toda forma de discriminação”, as prostitutas. Também podem ser vistas crônicas e reportagens. Toda a produção é dos alunos da disciplina, ministrada pelo professor Daniel Dantas Lemos.

Provocação?

A propósito, a capa da revista é uma provocação ao “machismo” ou um apelo ao “erótico chique”?

Reticências está neste endereço.

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