Meia noite de um três de maio
Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Indignado também com a postura desse servidor público, servidor esse pago com o dinheiro do contribuinte, nesse episódio o servidor prestou um desserviço a população.
ResponderExcluirRealmente é uma vergonha a postura do desembargador, sinto-me constrangida como cidadã e cristã. Também faltou um segurança para conter a situação, pelo menos não visualizei nenhum. Pois o cliente ficou fora de si, por tamanha indignação, poderia ter resultado em agressão física e machucado outros em sua volta . Ouvi até um chorinho de criança ao fundo, que com certeza deve ter ficado assustada com tamanha confusão.
ResponderExcluirA padaria ficou ao lado do funcionário
ResponderExcluirParabéns, Alexandre! Você representa todos os cidadãos que não se omitem diante de injustiças e situações abusivas, e que ainda são capazes de se indignarem. O desembargador encontrou, finalmente, alguém corajoso o suficiente para enfrentá-lo.
ResponderExcluirEsse togado arrogante deve ter um ego narcisista patológico. Provavelmente, não passa de um recalcado, com complexo de inferioridade, querendo satisfazer a personalidade doentia pisando nos mais humildes. E é um incompetente: pois deveria saber que não há desacato fora das circunstâncias de exercício da função. Pelo contrário, o que houve foi um evidente abuso de poder.
Compreendo que, em algumas situações, é extremamente difícil manter a elegância e comedimento. Tamanha humilhação, realmente, não poderia ficar incólume. Sua atitude o surpreendeu sobremaneira. Esse tipo de gentalha está apenas acostumada com a impunidade, subserviência e adulação.
Parabéns novamente! Você enriquece a orgulhosa tradição brasileira de almas corajosas e vibrantes, que jamais tremeram diante dos mais poderosos. Cada uma dessas pessoas, a sua maneira, deram sua pequena ou grande contribuição ao reagirem contra os absurdos voluptuosos dos empoderados.
Vejo em você o tratorista Amilton dos Santos; o estudante Vítor Suarez Cunha; a professora Lenita Oliveira; vejo em você cada agricultor anônimo, conterrâneo seu, que labuta diariamente na terra seca, coberta pela carcaça da rês e esquecidos até mesmo por Deus - em contraste com a luxúria de uma minoria parasitária, como alguns desses magistrados. E vejo em você, principalmente, o respeito à dignidade e à honra humana.
O Brasil está ao seu lado!
Um forte abraço!
A atitude desse senhor faz vengonha ao judiciario do RN .CNJ NÊLE
ResponderExcluirAfredo
A ATITUDE DESSE SENHOR FAZ VERGONHA AO JUDICIARIO DO RN. CNJ NÊLE.
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