Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal
Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Indignado também com a postura desse servidor público, servidor esse pago com o dinheiro do contribuinte, nesse episódio o servidor prestou um desserviço a população.
ResponderExcluirRealmente é uma vergonha a postura do desembargador, sinto-me constrangida como cidadã e cristã. Também faltou um segurança para conter a situação, pelo menos não visualizei nenhum. Pois o cliente ficou fora de si, por tamanha indignação, poderia ter resultado em agressão física e machucado outros em sua volta . Ouvi até um chorinho de criança ao fundo, que com certeza deve ter ficado assustada com tamanha confusão.
ResponderExcluirA padaria ficou ao lado do funcionário
ResponderExcluirParabéns, Alexandre! Você representa todos os cidadãos que não se omitem diante de injustiças e situações abusivas, e que ainda são capazes de se indignarem. O desembargador encontrou, finalmente, alguém corajoso o suficiente para enfrentá-lo.
ResponderExcluirEsse togado arrogante deve ter um ego narcisista patológico. Provavelmente, não passa de um recalcado, com complexo de inferioridade, querendo satisfazer a personalidade doentia pisando nos mais humildes. E é um incompetente: pois deveria saber que não há desacato fora das circunstâncias de exercício da função. Pelo contrário, o que houve foi um evidente abuso de poder.
Compreendo que, em algumas situações, é extremamente difícil manter a elegância e comedimento. Tamanha humilhação, realmente, não poderia ficar incólume. Sua atitude o surpreendeu sobremaneira. Esse tipo de gentalha está apenas acostumada com a impunidade, subserviência e adulação.
Parabéns novamente! Você enriquece a orgulhosa tradição brasileira de almas corajosas e vibrantes, que jamais tremeram diante dos mais poderosos. Cada uma dessas pessoas, a sua maneira, deram sua pequena ou grande contribuição ao reagirem contra os absurdos voluptuosos dos empoderados.
Vejo em você o tratorista Amilton dos Santos; o estudante Vítor Suarez Cunha; a professora Lenita Oliveira; vejo em você cada agricultor anônimo, conterrâneo seu, que labuta diariamente na terra seca, coberta pela carcaça da rês e esquecidos até mesmo por Deus - em contraste com a luxúria de uma minoria parasitária, como alguns desses magistrados. E vejo em você, principalmente, o respeito à dignidade e à honra humana.
O Brasil está ao seu lado!
Um forte abraço!
A atitude desse senhor faz vengonha ao judiciario do RN .CNJ NÊLE
ResponderExcluirAfredo
A ATITUDE DESSE SENHOR FAZ VERGONHA AO JUDICIARIO DO RN. CNJ NÊLE.
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