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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Uma proposta de hino para o Fórum Mundial de Direitos Humanos

Por Marcos Dionísio Medeiros Caldas
Conselho Estadual de Direitos Humanos
Comitê Popular da Copa

De 10 a 13 de Dezembro em Brasília , estará sendo realizado o FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS.
Momento de troca de experiências de lutas na construção de um mundo livre da guerra, fome e outras iniquidades.
Quando generosos representantes dos povos se reúnem para debater Direitos Humanos, penso que seria necessário uma música para enlaçar culturas, sonhos e desafios.
Por isso proponho que POR QUEM MERECE AMOR, do Cubano Silvio Rodrigues seja o Hino do FMDH. Faz muito tempo que é o meu hino dos DH.
Escutem-na e veja se, além de belíssima, não encarna bem o espírito, o desafio e a delicadeza da proposta do FMDH.

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