Meia noite de um três de maio
Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

não sabia que o Brasil estava realizando concurso de beleza na área de medicina. a infeliz postagem dessa jornalista contraria o velho ditado que diz ninguém julga ninguém pela aparência. outrossim não acho que empregadas domesticas são feias como ela mesmo narra. ISTO É PRECONCEITO SIM.
ResponderExcluirEssa moça eh prova cabal do quanto temos pessoas vazias de conteůdo estao saindo de rodo das universidades. Aliados a outros como os academicos de medicina em Fortaleza , mostram o quanto estao desumanizados. Filhos de uma casta, estao envoltos numa bela carcaça vazia; sao totalmente alienados e insensiveis aos problemas do paīs e de seu povo. Isso eh o que deu a geracao moldada pela Globo com Xuxa, malhaçao e outros lixos mais!
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