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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

O blog errou

Às 9h20 desta manhã, depois de vasculhar de cabo a rabo o Blog do BG sem encontrar este post que acessava apenas via link, questionei o Blog através do Twitter:
O @BlogdoBG ocultou esse post sem maiores satisfações aos leitores.  Por quê?
Por volta das 10h20, Bruno Giovanni me respondeu.
Negou que o post tivesse sido ocultado da primeira página do blog.
Realmente, ao acessar o Blog constatei que, ao contrário do que ocorrera mais cedo, conseguia visualizar o post.  Mais: outros posts os quais não conseguia ver mais cedo apareceram.
Antes disso, quinze minutos depois de questionar o perfil do Blog, publiquei um texto que falava sobre a capacidade e a forma de assumirmos erros no jornalismo.
Como pau que bate em Chico precisa bater em Francisco, as palavras agora valem para mim.  Reitero-as:
Erro faz parte da prática do jornalismo.Todo jornalista sabe que fatalmente errará e já errou mais de uma vez.
Normalmente há algumas práticas éticas comuns para reparar um erro.
Erro não se oculta nem se finge que não foi cometido. O erro por si não compromete a credibilidade do comunicador. O que pode comprometê-la é a incapacidade de reconhecê-lo ou repará-lo. Quando não for possível, a falta de um pedido de desculpas aos leitores pode ser fatal.
Errei, então.
Pode ter sido culpa de minha péssima conexão ou por qualquer outro motivo que não me permitiu ver diversos posts publicados ontem pelo Blog do BG.
Aos leitores e a Bruno Giovanni, meu pedido de desculpas.
E não, não vou excluir o post com o equívoco, mas lincarei este post lá.

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