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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Um P2 atingiu colegas com Molotov no Rio?

Durante toda a terça-feira circulou nas redes sociais o vídeo seguinte. Ele é a fusão de duas cenas distintas.
Em uma, um homem de blusa preta estampada acende e atira o primeiro coquetel molotov. Noutra um homem, com uma blusa semelhante, adentra a área policial e é identificado como agente infiltrado.

O filme demonstra isso mesmo: há uma dúvida razoável acerca de uma possível ação provocativa de um PM infiltrado ao jogar um coquetel Molotov.
Veja o vídeo:

Mais cedo, no Twitter, Jorge Correia desconfiou indicando que as calcas dos homens mostrados no video tinha cores diferentes.
Tenho a impressão, entre os segundos 26 e 32 do video, que a calça do que atira o coquetel é também clara.
Veja e tire suas conclusões:


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