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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Um P2 atingiu colegas com Molotov no Rio?

Durante toda a terça-feira circulou nas redes sociais o vídeo seguinte. Ele é a fusão de duas cenas distintas.
Em uma, um homem de blusa preta estampada acende e atira o primeiro coquetel molotov. Noutra um homem, com uma blusa semelhante, adentra a área policial e é identificado como agente infiltrado.

O filme demonstra isso mesmo: há uma dúvida razoável acerca de uma possível ação provocativa de um PM infiltrado ao jogar um coquetel Molotov.
Veja o vídeo:

Mais cedo, no Twitter, Jorge Correia desconfiou indicando que as calcas dos homens mostrados no video tinha cores diferentes.
Tenho a impressão, entre os segundos 26 e 32 do video, que a calça do que atira o coquetel é também clara.
Veja e tire suas conclusões:


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