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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Comissão Nacional da Verdade participa em Natal amanhã (25/07) do Simpósio da ANPUH, na UFRN

Da Assessoria de Comunicação da Comissão Nacional da Verdade


Rosa Cardoso participa em Natal do simpósio da Associação Nacional de História
 
À tarde, CNV tem encontro com as comissões da verdade da UFRN e da OAB-RN
 
A coordenadora da Comissão Nacional da Verdade (CNV), Rosa Cardoso, participa amanhã (25/07), às 10h, em Natal, do XXVII Simpósio Nacional de História, da Associação Nacional de História (ANPUH), que está sendo realizado esta semana na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
 
Rosa participa do debate "Os historiadores e as comissões da verdade", que integra a série "Diálogos contemporâneos" do Simpósio da Anpuh.
 
A proposta do debate, coordenado pelo historiador Rodrigo Patto Sá Motta (UFMG), é discutir a participação do profissional de História no trabalho das "Comissões da Verdade" e as contribuições que as comissões podem oferecer ao conhecimento histórico, levando em consideração as distintas concepções de verdade adotadas por historiadores e profissionais do Direito.
 
Participa do debate da ANPUH o membro do Comitê de Anistia da Comissão da Verdade e Reconciliação da África do Sul Ntsiki Sandi. A Comissão da Verdade Sul-Africana foi criada em 1994 por Nelson Mandela, logo após o fim do Apartheid (regime oficial de segregação racial que vigorou no país de 1948 a 1994) e funcionou de 1995 a 1998. A comissão era dividida em três subcomitês: Anistia, Reparação e Reabilitação e Violações de Direitos Humanos. 
 
A Comissão sul-africana tinha o poder de analisar pedidos de anistia daqueles que confessassem publicamente e perante às vítimas violações de Direitos Humanos. A maior parte das audiências da Comissão da Verdade era transmitida pela TV pública.
 
REUNIÃO COM COMISSÕES – À tarde, Rosa Cardoso participa, às 14h30, na sala de reuniões do gabinete da reitoria da UFRN, de uma reunião de trabalho com as Comissões da Verdade da UFRN e da OAB-RN, cujo tema será a cooperação entre a CNV e as comissões locais.

 
 

 

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