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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#RevoltadoBusao: Pai e tia de juiz já defenderam empresa de ônibus

No âmbito do processo 0010333-11.2007.4.05.8400 na Justiça Federal do Rio Grande do Norte, a Transporte Guanabara foi defendida pelo ex-ministro do STJ José Augusto Delgado. José Augusto é pai do juiz Magnus Delgado, que decidiu a favor do Seturn e proibiu as manifestações e protestos na BR-101. Além dele, advogada na causa sua irmã, Maria de Fatima Delgado Nobre.

O fato de uma tia e o pai do Juiz Magnus Delgado atuarem como advogados de uma empresa de transporte ligada ao Seturn seria suficiente para configurar seu impedimento?

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