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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Os elos no assassinato do advogado Antônio Carlos

As informações são de Dinarte Assunção.

Ele destaca que sobre a morte do advogado Antônio Carlos de Souza Oliveira, assassinato na noite de quinta, o Novo Jornal relacionou as semelhanças com o homicídio de Anderson Miguel, delator da Operação Hígia, em 2011.
Executado

"Não se pode, a despeito disso, deduzir relação direta sobre ambos os assassinatos", ressalva Dinarte.

Os assassinos de Antônio Carlos usaram um Doblô. O advogado, que tinha escritórios na Paraíba e Brasília, "ficou conhecido ainda por atuar em outros casos espinhosos. Souza defendeu Richardson de Macedo Bernardo, ex-diretor do Ipem; Odelmo Rodrigues, apontado como o 'Rei do Crime' que lidera o crime organizado na região Oeste; Lailson Lopes, mandante do homicídio do radialista F. Gomes e Ferdinando Brito, acusado de orquestrar um esquema de tráfico de brasileira para prostituição na Europa".

os quatros disparos feitos à queima roupa tiraram a vida do advogado Antônio Carlos de Souza, Alcaçuz inteira já sabia o que ia acontecer.
As investigações da causa da morte do criminalista de 41 anos começam a considerar o rastro de um caso que envolve R$ 50 mil.
Pelo que se discute entre os sherlocks da Polícia Civil, o advogado prometeu um serviço por esse valor que não cumpriu.
Souza era conhecido por dar certeza de resultados ao cliente antes que os conseguisse. E dessa vez não conseguiu, podendo por isso ter perdido a própria vida.
Ainda não se tem notícia dos executores do advogado, mas já se sabe que a Doblô utilizada na ação pertenceu há um policial civil, que há vendeu há 3 meses.

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