Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Copa 2014: Quem ganha com esse jogo? - Vídeo com denúncia é exibido em reunião da ONU

Publicado originalmente no No Minuto


O vídeo acima foi exibido hoje na reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Denuncia as remoções e o desrespeito aos direitos humanos dos moradores de áreas impactadas pelas áreas envolvidas pelas obras da Copa do Mundo 2014 a partir das filmagens dos próprios moradores.

Em Natal, o direito dos moradores foi garantido com base na luta.  Nenhuma desapropriação.

Comentários

Postagens mais visitadas