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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Tentativa de invasão no Facebook

Por volta das 18h30 de hoje, ao tentar acessar o meu perfil no Facebook, descobri que ele estava bloqueado.  Tudo porque sofrera uma tentativa de invasão.
A vantagem é que o próprio Facebook informa a tentativa e o lugar. No meu caso, uma estrada no interior do estado norte-americano de Washington.
Amigos brincaram comigo dizendo que teria sido o governo americano.  Se fosse, tenho a impressão que não teria como saber a invasão.
Parece que a ação tinha outra razão e objetivo.  Pior.

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