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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Micarla de Sousa soube em cima da hora que mãe pretendia vender a TV

O texto abaixo é do Blog de Dinarte Assunção.
Comentando o seu texto, lá no blog, questionei que artifício seria usado pela família ou pelos compradores para legalizar o negócio, uma vez que no Brasil não é legal canais de tevê serem controlados por capital estrangeiro.

No Blog do Dinarte

A jornalista Micarla de Sousa soube que sua mãe, Miriam de Sousa, pretendia vender a TV Ponta Negra “em cima da hora”.

Já havia um pré-contrato prontinho para passar adiante a retransmissora do SBT no RN.

Além de Micarla, Priscila de Sousa, sua irmã, também foi pega de surpresa. Rosy, não.

A TV Ponta Negra seria vendida a um grupo de capitais internacionais. O pagamento seria feito em dez anos. Na hora de bater o martelo, contudo, Micarla, que detém 10% do negócio, apresentou veto formal.

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