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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Lula vira articulista do The New York Times


Por Diogenes Dantas
No Portal No Minuto

Coluna do ex-presidente no Times será mensal. O contrato foi assinado ontem com o diretor-geral do periódico, Michael Greenspon.
Lula virou colunista do The New York Times. Em viagem aos Estados Unidos, ele já assinou contrato e tudo mais. A coluna do ex-presidente no Times será mensal e não é a primeira vez que ele conversa com o jornal nova-iorquino. O primeiro contato ocorreu em 2012.

O texto de Lula será distribuído pela agência do The New York Times e trará temas políticos e econômicos. O contrato foi assinado ontem (22) na presença do diretor-geral do periódico, Michael Greenspon.

Segundo o Instituto Lula, ainda não há data marcada para estreia do ex-presidente como articulista internacional.

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