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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

2014 somente em 2014, Eduardo?

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), tem dito que as eleições de 2014 só devem ser discutidas em 2014.
No entanto, ele orientou os presidentes estaduais do seu partido a cavar apoios à sua pretensão.
No Rio Grande do Norte, a ex-governadora e vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, tem visitado lideranças de partidos próximos e aliados.  O discurso de Wilma tem sido simples: Eduardo Campos vai sim, ser candidato em 2014.  Além disso, Wilma garante que será candidata a deputada federal.
2014 somente em 2014, Eduardo?
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O que o PSB ainda faz na base no governo federal?

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