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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Um dia difícil na Internet

Durante todo dia tive dificuldades com o Google e, principalmente, com o Blogger. Sequer consegui entrar para publicar qualquer texto no Blog hoje. Postagens, pouquíssimas, foram feitas por email.
Li há pouco que há ataques em andamento na Internet. Não sei se minha situação se relaciona a isso.
Meu pedido de desculpas.
Providenciando lançamentos do livro - que já recebi. Agradecimentos ao sobrinho de meu pai, meu primo Marcos Monteiro, sócio da editora Curviana, que edita o livro; ao jornalista Altamiro Borges, que escreve a apresentação; ao amigo Carlos Júnior, que diagramou e criou a capa; e a Adriano Gomes, meu padrinho e orientador.

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