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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Terceirizadas da Petrobras impedem gozo de férias por empregados

A crise da Petrobras no RN parece que ganha contornos desumanos.
Não bastasse a grande quantidade de postos de serviço terceirizados que estão sendo fechados - com as empresas deixando o estado -, além de um grande número de empregados que estão sendo deslocados para outras unidades da estatal, agora empregados terceirizados estão sendo impedidos de gozar suas férias.
Na Oceânica, empresa que presta serviço de limpeza e copa, empregados que iniciariam gozo de férias foram proibidos. A ordem é que ninguém tira férias agora.

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