Pular para o conteúdo principal

Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Síria agradece aos BRICS por impedir ataque do ocidente

8/3/2013, Times of India (in AntI NATO)
http://rickrozoff.wordpress.com/2013/03/08/india-Síria-thanks-brics-for-thwarting-western-plans/
Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



Alta funcionária do regime sírio agradeceu aos países do grupo BRICS, na 6ª-feira, pelo apoio que, segundo ela, impediu a intervenção militar ocidental e a destruição do país.

Bouthaina Shaaban, conselheira do Gabinete de governo do presidente Bashar al-Assad, disse a jornalistas em New Delhi que Damasco é muito grata ao Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul.

“Graças a Deus há Rússia, China, Índia e Brasil, nos BRICS, que, pelo menos, têm conseguido introduzir racionalidade no que acontece hoje na comunidade internacional. Sem esses países, a Síria já teria tido o destino que teve a Líbia” – disse ela.

Shabaan, que se reuniu com o ministro de Relações Exteriores da Índia Salman Khurshid, está viajando pelas capitais dos países do bloco BRICS, organizando o apoio ao governo do presidente Bashar al-Assad da Síria.

“A Síria é extremamente grata à posição equilibrada dos países BRICS, e pelo apoio que tem dado ao povo e ao governo da Síria, mas parece-me que poderiam assumir posição mais proativa, na luta para encontrar uma solução para a crise na Síria,” disse ela.

“Parece-nos necessário que esses grandes países falassem mais na direção de por fim à violência e à agressão em curso contra os sírios e a Síria. Por muito que já tenham feito, os países BRICS, creio, podem fazer ainda mais.”

Rússia e China — países que são membros permanentes e votam no Conselho de Segurança da ONU – têm-se oposto muito eloquentemente contra o uso da dorça e qualquer intervenção externa para superar a crise na Síria, o que tem frustrado os EUA e seus aliados.

Moscou absolutamente não aprova a decisão de Washington de fornecer armas e apoio logístico às gangues armadas da oposição ao regime sírio, e continua a resistir aos norte-americanos, que querem ‘mudança de regime’ antes de que se iniciem conversações entre o governo e a oposição política.

A enviada do governo sírio ao ocidente atacou firmemente também os movimentos ‘diplomáticos’ e de propaganda ocidental que visam a forçar a derrubada do presidente Assad. Disse que “esses países que querem ‘mudança de regime’ à força, na Síria, são os mesmos que querem a destruição da Síria”.

Comentários

Postagens mais visitadas