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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Síria agradece aos BRICS por impedir ataque do ocidente

8/3/2013, Times of India (in AntI NATO)
http://rickrozoff.wordpress.com/2013/03/08/india-Síria-thanks-brics-for-thwarting-western-plans/
Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



Alta funcionária do regime sírio agradeceu aos países do grupo BRICS, na 6ª-feira, pelo apoio que, segundo ela, impediu a intervenção militar ocidental e a destruição do país.

Bouthaina Shaaban, conselheira do Gabinete de governo do presidente Bashar al-Assad, disse a jornalistas em New Delhi que Damasco é muito grata ao Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul.

“Graças a Deus há Rússia, China, Índia e Brasil, nos BRICS, que, pelo menos, têm conseguido introduzir racionalidade no que acontece hoje na comunidade internacional. Sem esses países, a Síria já teria tido o destino que teve a Líbia” – disse ela.

Shabaan, que se reuniu com o ministro de Relações Exteriores da Índia Salman Khurshid, está viajando pelas capitais dos países do bloco BRICS, organizando o apoio ao governo do presidente Bashar al-Assad da Síria.

“A Síria é extremamente grata à posição equilibrada dos países BRICS, e pelo apoio que tem dado ao povo e ao governo da Síria, mas parece-me que poderiam assumir posição mais proativa, na luta para encontrar uma solução para a crise na Síria,” disse ela.

“Parece-nos necessário que esses grandes países falassem mais na direção de por fim à violência e à agressão em curso contra os sírios e a Síria. Por muito que já tenham feito, os países BRICS, creio, podem fazer ainda mais.”

Rússia e China — países que são membros permanentes e votam no Conselho de Segurança da ONU – têm-se oposto muito eloquentemente contra o uso da dorça e qualquer intervenção externa para superar a crise na Síria, o que tem frustrado os EUA e seus aliados.

Moscou absolutamente não aprova a decisão de Washington de fornecer armas e apoio logístico às gangues armadas da oposição ao regime sírio, e continua a resistir aos norte-americanos, que querem ‘mudança de regime’ antes de que se iniciem conversações entre o governo e a oposição política.

A enviada do governo sírio ao ocidente atacou firmemente também os movimentos ‘diplomáticos’ e de propaganda ocidental que visam a forçar a derrubada do presidente Assad. Disse que “esses países que querem ‘mudança de regime’ à força, na Síria, são os mesmos que querem a destruição da Síria”.

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