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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Polícia prende acusados de formar Grupo de Extermínio



No Blog de Jacson Damasceno


A Polícia Civil deflagrou operação na manhã dessa sexta-feira (22/03), no município de Pedro Velho, comandada pelo delegado Normando Feitosa, com o objetivo de cumprir mandados de prisão contra quatro pessoas acusadas de fazerem parte de um grupo que cometia assassinatos no agreste potiguar.

Os presos na ação batizada de “Muralha” foram identificados como sendo José Carlos Fernandes, vulgo “Pai Carlinhos”, José Hermínio Filho, mais conhecido como “Pipo”, José Edson Peixoto, o “Cabra”, e Maria José da Silva Araújo.

Segundo as investigações da Polícia Civil, no agreste potiguar havia um grupo de extermínio chefiado por Gerivaldo Silva da Cruz, vulgo “Val da Paulista”, que cometia vários homicídios entre as cidades de Parnamirim, São José do Mipibu, Pedro Velho e Montanhas. A quadrilha liderada por ele foi desvendada através de interceptação telefônica, na qual foi apontado também os quatro acusados como integrantes do grupo, além de um adolescente.

A rede criminosa envolvia além de homicídios, os crimes de tráfico de drogas e porte ilegal de armas. Val da Paulista já respondeu por tentativa de homicídio no Distrito Federal, por homicídios em São Paulo, Parnamirim e Natal, e crime de tráfico de entorpecentes no Rio Grande do Norte.

Em depoimentos prestado por testemunhas, vários disseram terem visto Val em dois recentes homicídios, motivado por acerto de contas referente ao tráfico de drogas. Val está ligado diretamente a pelo menos vinte homicídios no estado.

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