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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Patrícia Saboya (PSB) censura pronunciamento da ex-prefeita Luizianne Lins (PT) na última sexta-feira (08)

Em evento em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, na última sexta-feira, a ex-prefeita de Fortaleza Luizianne Lins (PT) tenta realizar seu pronunciamento. Mas a casa legislativa cortou, mais de uma vez, seu som. Luizianne termina seu discurso sem som.
Patrícia Saboya (PSB) diz que Luizianne utilizou mais de dez minutos de fala - quando na verdade foi interrompida deselegantemente aos sete minutos.

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