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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Microsoft publica um informe sobre solicitações de dados por organismos policiais

Lembra a Polícia Civil iniciando investigações contra militantes sociais em Natal através do Facebook.

No Diário Liberdade

A Microsoft publicou pela primeira vez nessa sexta-feira (22) o número de solicitações para revelação dos dados de seus clientes que receberam dos organismos de ordem pública de vários países, unindo-se a cifras disponibilizadas por Google, Twitter entre outros.

O informe demonstra que os organismos de ordem pública de cinco países (Reino Unido, França, Alemanha, Turquia e Estados Unidos) somaram 69% das 70.665 solicitações de dados que a empresa recebeu no ano passado.

Em 80% das solicitações, Microsoft proporcionou elementos do que se chama "noncontent dates", ou seja, o nome do titular da conta, o sexo, e-mail, endereço IP, país de residência e os horários de tráfego de dados.

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