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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Henrique Alves convoca sessão fechada para comissão de Direitos Humanos

No UOL

Após confusão ocorrida nesta quarta-feira (6) na sessão da CDH (Comissão de Direitos Humanos e Minorias) da Câmara dos Deputados, a sessão de amanhã será fechada, decidiu o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

Não será permitida a entrada de manifestantes de ONGs e de "torcidas", segundo o presidente da Câmara. Apenas deputados e a imprensa terão acesso à reunião de amanhã.

Nesta quarta, a comissão deveria ter realizado a eleição do deputado federal Marcos Feliciano (PSC-SP) como presidente, após ele ter sido indicado pelo seu partido, PSC. O eleição do novo presidente da comissão será às 9h desta quinta.

O nome de Feliciano é alvo de acusações de homofobia e racismo, as quais nega.

Após duas horas de tumultuadas discussões hoje, o deputado Domingos Dutra (PT-MA), atual presidente da comissão, encerrou a sessão. "Não é possível continuar com a eleição de uma pessoas que é criticada pela sociedade civil e por membros da comissão", disse.

Dutra afirmou que será preciso renegociar a indicação de outro nome para a presidência. "Os líderes nos jogaram um abacaxi e devolvemos para eles agora", afirmou.

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