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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaFeliciano: Pastor Marco Feliciano e a exploração financeira da fé do povo



Conosco, em Natal, para a campanha de segundo turno de Dilma Roussef (PT), Marco Feliciano relatou que havia batido há poucos dias seu Cerato.  Fiquei me lembrando de tantos pastores amigos que vivem na luta para sobreviver, às vezes recebendo como salário pouco mais de um mínimo.
O vídeo é esclarecedor.
Esse aí não é o deus em quem creio.
Deus não negocia a bênção condicionalmente à doação do fiel - Ele não vende bênçãos e milagres, como Feliciano faz descaradamente no vídeo.

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