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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

De olho na eleição, Rosalba promete sanear 80% de Natal

A grande novidade do governo do estado que o NoAr trará quando iniciar seus serviços amanhã pela manhã é a promessa de Rosalba Ciarlini de que saneará 80% de Natal e construirá uma nova via Norte-Sul.

A esperança de viabilizar sua reeleição.
Dará tempo?  Será possível?

Comentários

  1. Como as leis da física não podem ser alteradas, e dois corpos continuam não podendo ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo, quem terá sua vida destruída em virtude de "uma nova via Norte-Sul"? Por que nenhuma autoridade pública em Natal fala em investimento em transporte público? Só em "novas vias" para carros se entupirem?

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