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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Violência policial estraga festa de um dos mais tradicionais blocos de Carnaval em Natal

Por Herbert Maciel
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Depois de 43 anos de Bar do Gavião e 23 anos de Baiacu Na Vara, os "Porcos Fardados" destroem toda magia do bar e bloco mais tradicional da Redinha. Durante uma tentativa de passar no meio dos foliões os PM fazem 3 disparos e dispersão a multidão com muita violência coisa que nunca foi visto no bloco e muito menos no bar. Será que Polícia é mesmo sinal de segurança?
Vejam nas fotos o tremendo ABUSO DE AUTORIDADE que na internet você pode ver a verdade mas já nas emissoras de TV é tudo distorcido e deixando a PM limpa de qualquer coisa!

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