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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Secretário de administração teria chamado aprovados em concurso da polícia civil de "cachorros"

Chegam relatos que na cerimônia de inauguração da Escola de Governo, na noite desta quinta-feira, os concursados da Polícia Civil do RN, que protestavam por sua nomeação teriam sido chamados de "cachorros" pelo secretário estadual de administração, Alber Nóbrega.  
O protesto partiu de um grupo que, aprovados no concurso e já tendo realizado inclusive curso de formação, ainda não foi nomeado pelo governo.
Segundo relatos dos aprovados, o secretário de administração, o delegado geral e o chefe da segurança da governadora pediram a retirada dos manifestantes.
Tratam assim futuros policiais. 
Por isso que nossa segurança pública está o primor que está.

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